Nossa Senhora do Bom Sucesso
Plano do Céu para a “Restauração”

Publicado em 30 de agosto de 2026

Breve história
A Madre Mariana Francisca de Jesus Torres y Berriocha (1563-1635) ajudou a fundar o Real Convento da Imaculada Conceição, no Quito, Equador. Esta irmã concepcionista espanhola recebeu muitas profecias de Maria e Jesus acerca do futuro, especialmente do futuro do séc. XX. Horvat [1] fez uma excelente tradução inglesa e sinopse do livro de 400 páginas de Frei Manuel Souza Pereira [2]. Os factos extraordinários da vida da Madre Mariana bem como as profecias foram aprovadas pela Igreja desde 1632. Aqui, selecionámos para apresentação, citando directamente do livro de Horvat, os que são do nosso tempo.
Profecias
Numa de entre muitas extraordinárias visões, Cristo disse muitas coisas a Madre Mariana acerca do futuro:
“O dogma da Fé e da Imaculada Conceição da Minha Mãe serão proclamados durante um tempo em que a Igreja será fortemente atacada.”
A ingratidão e traição das almas religiosas, tão queridas ao Seu Coração, iriam compelir Nosso Senhor a “deixar o braço da Minha justiça cair sobre os Meus amados claustros – e até sobre cidades – quando aqueles que Me estão tão próximos e que Me pertencem rejeitam o Meu Espírito, deixando-Me sozinho nos Tabernáculos, raramente lembrando-se de que eu vivo ali especialmente por amor a eles, mais do que pelo resto dos fiéis.”
As permissões imprudentes e os abusos internos admitidos pelos superiores são a ruína das comunidades: “Tais comunidades podem apenas ser preservadas ─ enquanto existirem ─ desde que existam religiosos sérios que façam muitas penitências e humilhações e que ponham em prática sólidas e religiosas virtudes. Ai desses membros pútridos durante esses tempos de calamidade! Chora por eles, amada esposa, e implora para que o tempo de tanto sofrimento seja abreviado.
Jesus advertiu-a de que o castigo seria severo para aqueles religiosos que desperdiçassem tantas graças com o seu orgulho e vanglória, a fim de garantir posições de poder e prestígio.
Ele condenou especialmente os indiferentes. “Ai de mim! Se os homens e, sobretudo, os padres e as almas religiosas, percebessem apenas o quão ferido eu estou e o quão desagradado com a frieza, a indiferença, a falta de confiança e com as pequenas imperfeições enraizadas da parte daqueles que  Me são tão próximos…
Mas eu não vou tolerar isto. Meias medidas não Me agradam. Eu desejo tudo ou nada ─ conforme o Meu exemplo. Quando Me entreguei, nem uma gota de sangue ou de água restou no Meu corpo devastado na Cruz. Além disso, continuei a viver no Tabernáculo, debaixo do mesmo tecto com estas almas ocultas, expondo-Me a tantas odiosas profanações e sacrilégios! Porque eu sei bem de tudo quanto se passa na Minha vida sacramental!...Ai dessas almas! Ai delas![1]
A Madre Mariana tinha suplicado à S: «antíssima Virgem Maria que o seu nome não fosse revelado. A Mãe de Deus assegurou-lhe que o seu pedido seria atendido e que só três séculos depois de misterioso silêncio o seu nome se tornaria conhecido.
A devoção a Nossa Senhora do Bom Sucesso também iria esmorecer, até que quase não se falasse dela, disse-lhe Nossa Senhora. Mas esta devoção havia de ressurgir e a história de Madre Mariana seria conhecida no final do séc. XX, o século terrível que ela tinha previsto e pelo qual ela se tinha oferecido como vítima expiatória. Então, Nossa Senhora prometeu que havia de conceder o seu “bom sucesso” àqueles que recorressem a ela sob esta invocação.[1]
A 20 de janeiro de 1610, enquanto Madre Mariana estava a rezar perante o Santíssimo Sacramento, Nossa Senhora disse-lhe «Assim te faço saber que, a partir do final do séc. XIX e pouco depois de meados do séc. XX, naquilo que é hoje a Colónia e que será a República do Equador, as paixões irão explodir e haverá uma corrupção total dos costumes, pois Satanás reinará quase completamente por meio de seitas maçónicas. Estas focar-se-ão particularmente nas crianças, a fim de alcançar essa corrupção geral.[1]
«Ai dos filhos deste tempo! Será difícil receber o sacramento do Baptismo e também o da Confirmação. Servindo-se de pessoas de autoridade, o Demónio fará um grande esforço para destruir o sacramento da Confissão…»[1]
«O mesmo acontecerá com a Sagrada Comunhão. Ai de mim! Quão profundamente me entristece revelar-vos os numerosos e horríveis sacrilégios ─ tanto públicos como secretos ─ que ocorrerão devido às profanações da Sagrada Eucaristia! Muitas vezes, durante esta época, os inimigos de Jesus Cristo, instigados pelo Demónio, roubarão hóstias consagradas das igrejas para que possam profanar as espécies eucarísticas. O meu Santíssimo Filho ver-se-á atirado por terra e pisado por pés irreverentes.»[1]

«Durante este período», continuou ela, «na medida em que este pobre país carecer do espírito cristão, o sacramento da Extrema Unção será pouco valorizado. Muita gente morrerá sem o receber ─ seja por negligência das famílias ou por uma falsa afeição para com os seus doentes. Outros, incitados pelo maldito Diabo, rebelar-se-ão contra o espírito da Igreja Católica e muitas almas serão privadas de inúmeras graças, consolações e força de que precisam para dar esse grande salto do tempo para a eternidade…[1]
Quanto ao sacramento do Matrimónio, que simboliza a união de Cristo com a Igreja, será atacado e profanado no sentido mais pleno da palavra. A Maçonaria, que estará, então, no poder, promulgará leis iníquas com o objetivo de eliminar este sacramento, facilitando a todos que vivam em pecado e incentivando a procriação de filhos ilegítimos, nascidos sem a bênção da Igreja. O espírito católico entrará rapidamente em decadência e a preciosa aluz da Fé será gradualmente extinta, até chegar ao pontoem que haverá uma total e generalizada corrupção de costumes. A isto somar-se-ão os efeitos da educação laica, que será uma das razões para a escassez de vocações sacerdotais e religiosas.[1]
«O sagrado sacramento das ordens religiosas será ridicularizado, oprimido e desprezado… O Diabo tentará perseguir os ministros do Senhor de todas as maneiras possíveis. Este empenhar-se-á com astúcia cruel e subtil para os desviar do espírito da sua vocação irá corromper muitos deles. Estes sacerdotes depravados, que escandalizarão o povo cristão, farão com que o ódio dos maus cristãos e dos inimigos da Igreja Católica Romana e Apostólica recaia sobre todos os sacerdotes. Este aparente triunfo de Satanás trará enormes sofrimentos aos bons pastores da Igreja…[1]
«Além, disso, nestes tempos infelizes, haverá luxúria desenfreada que arrastará os demais para o pecado e conquistará inúmeras almas frívolas, que se perderão. A inocência quase já não se encontrará nas crianças, nem tão pouco a modéstia nas mulheres. Neste momento de extrema necessidade da Igreja, aquele que deveria falar permanecerá em silêncio.»[1]
Mais uma vez, durante a oração de 2 de fevereiro, Maria repetiu as advertências: “Durante esta época, a Igreja ver-se-á atacada por terríveis hordas da seita maçónica e esta pobre terra equatoriana estará a agonizar devido à corrupção dos costumes, à luxúria e extravagância desenfreadas, à imprensa ímpia e à educação laica. Os vícios da impureza, blasfémia e do sacrilégio dominarão neste tempo de isolamento depravado e aquele que deveria falar permanecerá em silêncio.[1]
«Sabe, minha filha amada, que quando o teu nome se tornar conhecido no século XX, haverá muitos que não acreditarão, alegando que esta devoção não agrada a Deus. …Uma fé simples e humilde na verdade das minhas aparições a ti, minha mais favorecida filha, estará reservada às almas humildes e fervorosas, dóceis às inspirações da graça, pois o nosso Pai Celestial comunica os Seus segredos aos simples de coração, e não àqueles cujos corações estão cheios de orgulho, fingindo saber o que não sabem ou obcecados por uma ciência vazia.»[1]
Na manhã do dia da Festa da Purificação, em 1634, Madre Mariana estava a rezar diante do Santíssimo Sacramento quando viu a luz do santuário apagar-se, deixando o altar em total escuridão. Nossa Senhora revelou-lhe, então, os cinco significados da luz do tabernáculo, que se tinha apagado perante os olhos da Madre Mariana.
"Em primeiro lugar, no final do século XIX e início do século XX, várias heresias serão propagadas neste país, que se tornará uma república. À medida que estas heresias se espalhem e se tornem dominantes, a preciosa luz da fé será extinta nos corações das pessoas devido à quase total corrupção dos costumes. Durante este período, ocorrerão grandes calamidades físicas e morais, tanto públicas como privadas."[1]
"Um pequeno número de almas sofrerá um martírio cruel e indescritível no esconderijo. Muitos deles morrerão devido à intensidade do seu sofrimento e aqueles que se sacrificarem pela Igreja e pelo país serão considerados mártires."[1]
"Para libertar os homens da escravidão destas heresias, aqueles a quem o misericordioso amor de meu Santíssimo Filho designar para essa restauração necessitarão de grande força de vontade, constância, valor e confiança em Deus. Para pôr à prova a fé e a confiança dos justos, haverá ocasiões em que tudo parecerá perdido e paralisado. Este será, então, o feliz início da completa restauração."[1]
“O segundo significado, disse ela, é que o meu convento, tendo diminuído consideravelmente em espaço, será engolido por um mar de amargura indescritível e parecerá estar a afogar-se num oceano de tribulações."[1]
“Muitas vocações autênticas pereceriam, continuou ela, devido à falta de discrição, discernimento e prudência nas suas profissões e orientação espiritual. A injustiça entraria até neste convento, "disfarçada sob o nome de falsa caridade, causando estragos nas almas". As almas piedosas, a chorar em segredo e a suplicar que estes tempos terríveis terminem, sofreriam um martírio contínuo e lento.”[1]
"A terceira razão pela qual a lâmpada se apagou deve-se ao espírito de impureza que irá saturar a atmosfera nessa época. Como um oceano sujo, correrá pelas ruas, praças e locais públicos com uma liberdade assombrosa.”[1]
"Em breve, não restarão almas puras no mundo", disse-lhe ela. A delicada flor da virgindade estaria ameaçada de aniquilação total. No entanto, Nossa Senhora prometeu à Madre Mariana que haveria sempre algumas almas boas nos conventos, onde a pureza poderia enraizar, crescer e viver como um escudo para desviar a ira divina. "Sem a virtude da pureza", disse ela, "seria necessário que fogo do Céu caísse sobre estas terras para as purificar."
A crise no clero
“A quarta razão para a luz ser extinta é que as seitas maçónicas, tendo-se infiltrado em todas as classes sociais, introduziriam subtilmente os seus ensinamentos no ambiente doméstico para corromper as crianças, e o Diabo regozijar-se-ia ao alimentar-se da requintada delicadeza dos seus corações.”[1]
“Durante estes tempos infelizes", previu ela, "o mal atacará a inocência da infância. Desta forma, as vocações para o sacerdócio serão perdidas, o que constituirá uma verdadeira calamidade."[1]
Ela prometeu, novamente que, durante este tempo, haveria comunidades religiosas que sustentariam a Igreja e ministros sagrados do altar, almas escondidas e belas, que trabalhariam com valor e zelo desinteressado pela salvação das almas.[1]
"Contra eles", alertou ela, "os ímpios irão travar uma guerra cruel, lançando contra eles insultos, calúnias e vexações para impedir o cumprimento da sua missão. Porém, eles, como colunas firmes, permanecerão inabaláveis e enfrentarão tudo com o espírito de humildade e sacrifício com que serão investidos, por virtude da infinita misericórdia do meu Santíssimo Filho, que os amará nas fibras mais íntimas do Seu Santíssimo e Terno Coração."[1]
Durante este tempo, Nossa Senhora profetizou: "O clero secular estará longe do seu ideal, porque os sacerdotes serão negligentes nas suas funções sagradas. Sem o guia divino, desviar-se-ão do caminho traçado por Deus para o ministério sacerdotal e tornar-se-ão gananciosos, procurando obter riquezas de forma indevida."
"Como a Igreja sofrerá muito com a ausência de um prelado e pai que a vigie com amor paternal, gentileza, força, discernimento e prudência. Muitos sacerdotes perderão o ânimo, colocando as suas almas em grande perigo."[1]
"Isto marcará a chegada da minha hora"
A Virgem Maria prosseguiu, explicando a quarta razão para a extinção da luz do Tabernáculo: "Portanto, orem com insistência, sem desistir, e chorem amargamente no segredo do vosso coração. Suplicai ao nosso Pai Celestial que, por amor do Sagrado Coração Eucarístico do meu Santíssimo Filho e do Seu Precioso Sangue derramado com tanta generosidade, tenha piedade dos Seus ministros e ponha fim a estes tempos ominosos, enviando à Igreja o prelado que restaurará o espírito dos meus sacerdotes."[1]
«O meu Santíssimo Filho e eu amaremos este filho predileto com um amor de predileção, e conceder-lhe-emos uma capacidade rara, humildade de coração, docilidade à inspiração divina, a força para defender os direitos da Igreja e um coração terno e compassivo, para que, como um outro Cristo, ele ajude os grandes e os pequenos, sem desprezar as almas mais desfavorecidas que lhe pedem luz e conselho nas suas dúvidas e dificuldades. ...Na sua mão será colocada a balança do Santuário...para que tudo seja pesado na devida medida e Deus seja glorificado.”[1]
Nossa Senhora continuou: «A fraqueza de todas as almas consagradas a Deus no estado sacerdotal e religioso atrasará a vinda deste Prelado e Pai. Isto, então, será a causa de o maldito Diabo tomar posse da terra, onde alcançará as suas vitórias por meio de povos estrangeiros e infiéis tão numerosos que, como uma nuvem negra, obscurecerão os céus puros da então República consagrada ao Sagrado Coração do meu Divino Filho.[1]
«Com estas pessoas, entrarão todos os vícios, o que atrairá, por sua vez, todo o tipo de castigo, tais como pragas, fomes, lutas internas e disputas externas com outras nações, e a apostasia, causa da perdição de tantas almas tão queridas a Jesus Cristo e a mim.»[1]
«Para dissipar esta nuvem negra que impede a Igreja de desfrutar do dia límpido da liberdade, haverá uma guerra formidável e terrível, que verá o derramamento de sangue de compatriotas e estrangeiros, de clérigos seculares e regulares, e de religiosos. Aquela noite será das mais horríveis, pois, humanamente falando, o mal parecerá triunfar.»[1]
«Será então que chegará a minha hora, quando, de forma maravilhosa, destronarei o orgulhoso e amaldiçoado Satanás, pisando-o sob os meus pés e acorrentando-o no abismo infernal. Assim, a Igreja e a Pátria ficarão finalmente livres da sua cruel tirania.»[1]
A quinta razão pela qual a luz se apagou deve-se à indiferença e negligência daqueles que possuem grande riqueza e que, indiferentes, assistem à opressão da Igreja, à perseguição da virtude e ao triunfo do Diabo, sem empregarem piedosamente as suas riquezas para a destruição deste mal e a restauração da Fé. E deve-se também à indiferença do povo, que permite que o Nome de Deus seja gradualmente extinto e adere ao espírito do mal, entregando-se livremente aos vícios e às paixões.[1]
«Ai de mim! Minha filha escolhida! Se te fosse dado viver nessa era tenebrosa, morrerias de tristeza ao ver tudo o que te revelei aqui. Mas o meu Santíssimo Filho e eu temos um amor tão grande por esta terra, o nosso legado, que desejamos, mesmo agora, que os teus sacrifícios e orações contribuam para encurtar a duração de uma catástrofe tão terrível!»[1]
Algumas das últimas aparições de Nossa Senhora à Madre Mariana continham advertências sobre a corrupção dos costumes dos sacerdotes e religiosos. Ela predisse que muitos sacerdotes viriam a levar apenas uma vida superficial da alma e estariam excessivamente apegados à família e à riqueza. Pensariam erroneamente que poderiam alcançar a santidade através da prática de uma ou duas virtudes, sem construir as suas vidas espirituais sobre o alicerce sólido de uma profunda humildade, sem a qual nenhuma virtude pode existir.[1]
Numa aparição, Nosso Senhor mostrou-lhe o Seu Sagrado Coração, crivado de pequenos espinhos cortantes que O feriam cruelmente. «Compreendei que estas são tanto as faltas graves como as leves dos Meus sacerdotes, seculares e religiosos, a quem Eu retiro do mundo para os levar aos claustros. É a sua ingratidão e indiferença que ferem tão cruelmente o Meu Coração».[1]
«Chegarão tempos», disse-lhe Ele, «em que a doutrina se espalhará entre os eruditos e os ignorantes. ...Serão escritos muitos livros. Mas a prática da virtude e destas doutrinas só se encontrará em poucas almas; por esta razão, os Meus sacerdotes e religiosos cairão numa indiferença fatal. A sua frieza extinguirá o fogo do amor divino, afligindo o Meu Coração amoroso com estes pequenos espinhos que vês.[1]
«Por esta razão, desejo que haja aqui almas nas quais Eu possa descansar das Minhas fadigas e nas quais possa encontrar a Minha complacência. As suas vidas de sofrimento e sacrifício serão as mãos carinhosas e compassivas que retirarão estes pequenos espinhos do Meu Coração e aplicarão o bálsamo necessário.[1]
«Ai de mim! Se vos fosse dado compreender o Meu intenso sofrimento interior... causado pela falta de correspondência à torrente de graças com que inundo os Meus sacerdotes e religiosos e, consequentemente, pelos pecados que eles cometem!»[1]
«Saibam, além disso, que a Justiça Divina inflige terríveis castigos a nações inteiras, não só pelos pecados do povo, mas sobretudo pelos dos sacerdotes e religiosos. Pois estes últimos são chamados, pela perfeição do seu estado, a ser o sal da terra, os mestres da verdade e os escudos que detêm a ira divina. Ao desviarem-se da sua sublime missão, degradam-se de tal forma que, aos olhos de Deus, aumentam o rigor dos castigos.[1]

«Ai de mim, se eles soubessem, se estivessem convencidos do quanto os amo e do quanto desejo que penetrem nas profundezas das suas almas! Então, sem dúvida, encontrar-Me-iam e viveriam necessariamente a vida de amor, luz e união contínua comigo, para a qual não só foram chamados, mas também escolhidos!»[1]
Nosso Senhor também assegurou à Madre Mariana que Se sentia profundamente satisfeito com aquelas almas que assumem a sublime tarefa de sofrer pela santificação do clero, por meio das suas orações, sacrifícios e penitências, e prometeu a essas almas uma glória especial no Céu.[1]
De facto, vemos que as profecias acima se cumpriram no final do século XX, estendendo-se ao nosso século XXI. As heresias proliferam.[3][4][5][6] A corrupção da moralidade, dentro e fora da Igreja, é notícia diária. Assim, parece oportuno recorrer a Nossa Senhora do Bom Sucesso e invocá-la, suplicando-lhe todo o bom sucesso — tanto temporal como espiritual. É o momento de pedir a sua orientação e certeza a meio desta tempestade, bem como a coragem e a força para manter erguido o estandarte da Fé. Finalmente, rezemos pela intervenção que ela prometeu realizar neste momento calamitoso da história. "Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará."[7] Ela reinará em glória como Rainha do Universo, ao lado de seu Filho, Jesus Cristo, Senhor e Rei. Essa mensagem é confirmada, mais uma vez, por Nossa Senhora de Akita.[8]

Bibliografia e webgrafia:
[1] "Our Lady of Good Success - Prophecies For Our Times" by Marian Therese Horvat, Ph.D., Copyright 1999, Fifth Edition 2015, Tradition In Action, Los Angeles, CA, USA, 70 pp. See Our Lady of Good Success Bookshop. See the video Our Lady of Good Success.
[2] "The Admiral Life of Mother Mariana de Jesus Torres, a Spanish Sister and One of the Foundresses of the Royal Convent of the Immaculate Conception of the City of St. Francis of Quito" by Fr. Manuel Souza Pereira, Franciscan Provincial in Quito and Director of the Royal Convent.
[3] Heresies Against Life
[4] Heresies and false teachings from Jorge Bergoglio
[5] 50 reasons why Martin Luther was excommunicated.
[6] The Great Heresies by Hilaire Belloc, Trinity Communications, Manassas, Virginia, 1987, 180 pp. Includes Islam and the modern "anti-Church."
[7] Our Lady of Fatima Peace Plan From Heaven-my Immaculate Heart will triumph
[8] Akita and the Fatima Secret. Video by The Teach Peace Foundation. See also a quick access to the  actual text of the Marian messages.

Traduzido de inglês para português por: Christina Santos, Agosto de 2026
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